Laíz Wermuth
Todos os textos
orientação parentalescolha do atendimento

Psicoterapia infantil ou orientação parental: por onde começar?

Compare quem participa, qual é o foco e como escolher o primeiro passo entre psicoterapia da criança e orientação aos responsáveis.

Por Equipe editorial do site Laíz Wermuth. Informações gerais para responsáveis; não substituem atendimento psicológico.

Conheça Laíz Wermuth, CRP 05/62220 e o escopo profissional apresentado neste site.

Atualizado em 2 min de leitura
Cena conecta o espaço de brincar da criança à conversa de orientação com responsáveis.

A psicoterapia infantil envolve o acompanhamento direto da criança, com participação dos responsáveis conforme a proposta. A orientação parental tem como foco o trabalho com os adultos sobre o cuidado e as decisões do cotidiano. Os formatos podem se complementar, e você não precisa escolher sozinho antes de conversar com a psicóloga.

Quando a dúvida está na rotina dos adultos

Imagine que os responsáveis discordam sobre como organizar a saída de casa ou os combinados de uso de telas. Esse é um exemplo genérico de questão que pode ser levada à orientação parental: o que os adultos estão tentando fazer, onde surgem os desacordos e quais decisões precisam ser discutidas.

Isso não permite concluir que a orientação será suficiente para uma família específica. A conversa profissional pode mostrar que também há necessidade de acompanhamento da criança ou de outro cuidado.

Quando se considera o acompanhamento da criança

Na psicoterapia infantil, a criança participa diretamente de um espaço adequado ao seu desenvolvimento. Brincadeiras, conversas e outros recursos podem integrar o trabalho, conforme a proposta profissional.

Os responsáveis continuam envolvidos. A forma de participação e as conversas sobre o processo precisam respeitar a privacidade da criança. O atendimento não é uma reprodução detalhada para os adultos de tudo o que ela diz.

Três perguntas que ajudam a começar

Quem precisa participar da conversa inicial?

Explique que você ainda está em dúvida sobre o formato. No atendimento da Laíz, o início costuma envolver os responsáveis, para compreender a procura e combinar a proposta.

O que queremos entender melhor?

Escolha uma pergunta concreta: “como alinhar os adultos?”, “como entender essa dificuldade na escola?” ou “faz sentido um acompanhamento direto da criança?”. Não é necessário transformar a dúvida em um diagnóstico.

Qual modalidade conseguimos organizar?

Na Laíz, a psicoterapia infantil é presencial na Tijuca e a orientação parental também pode ser online. Para famílias da Zona Sul ou Barra, a orientação online evita deslocamentos dos responsáveis, quando indicada. Isso não torna o formato online um substituto automático da psicoterapia infantil presencial.

E se a criança já é acompanhada por outros profissionais?

Conte isso na conversa, para discutir se há necessidade de outro atendimento e como evitar propostas desconectadas. Quando for pertinente e houver autorização, pode existir diálogo com escola e rede de cuidado.

O atendimento oferecido por Laíz não inclui aplicação de testes, diagnóstico, avaliação neuropsicológica, laudos, supervisão ABA ou terapia ABA intensiva.

Um próximo passo sem decidir tudo agora

Conheça a orientação parental, veja as condições da modalidade online ou envie um contato para conversar sobre o formato. Antes de agendar, você também pode usar o roteiro da primeira conversa.

Referência e limites

O Código de Ética Profissional do Psicólogo orienta os acordos de serviço e a preservação do sigilo. A comparação descreve os formatos divulgados pelo consultório e não estabelece indicação clínica para uma pessoa específica.